sexta-feira, 8 de maio de 2009

quinta-feira, 7 de maio de 2009

F1 GP da CHINA e do BAHREIN 2009 ON BOARD

4ª Etapa GP DO BAHREIN 2009 ON BOARD


3ª Etapa GP DA CHINA 2009 ON BOARD

FIA anuncia proibição do reabastecimento para temporada 2010 e Também confirmou que a F1 terá agora espaço para 26 carros no grid

por Warm Up


FIA anuncia proibição do reabastecimento para temporada 2010
Em nota oficial divulgada nesta quinta-feira (30), a FIA confirmou oficialmente que estão proibidos o reabastecimento e as mantas térmicas de aquecimento de pneus
Em comunicado divulgado nesta quinta (30), a FIA anunciou oficialmente que o reabastecimento estará proibido na temporada 2010, repetindo o expediente que vigorou entre 1984 e 1993.

A partir de 2010, as mangueiras de reabastecimento já não estarão mais presentes na F1
"Foi confirmado que, em 2010, reabastecer durante uma corrida será proibido, a fim de reduzir custos de transporte do equipamento de reabastecimento e aumentar o incentivo aos fornecedores de motor para que estes melhorem a economia de combustível (para reduzir o peso dos carros)", diz o texto da nota oficial. A entidade máxima do automobilismo anunciou também que as mantas térmicas de pneus também estarão banidas da F1. Outros dispositivos de aquecimento – não especificados –, entretanto, estão permitidos.



Entidade vai criar regulamento diferenciado para equipes que aderirem ao novo valor e anunciou formação de comissão de custos para monitorar as despesas da F1


Como já era esperado, a FIA anunciou nesta quinta-feira (30) que terá um teto de orçamento a partir da próxima temporada. A entidade confirmou o valor de £ 40 milhões (quase R$ 129 mi) como limite voluntário a partir de 2010. Segundo a federação, as equipes que se dispuserem a operar utilizando o teto terão maiores liberdades técnicas, como asas móveis, motores sem limite de giros e a possibilidade de fazer testes ilimitados ao longo da temporada, além de não haver restrição ao uso de túneis de vento.

Para garantir o cumprimento do teto, a FIA também anunciou que formará uma Comissão de Custos para fiscalizar as despesas.
O limite de £ 40 milhões terá de ser cumprido entre 1º de janeiro a 31 de dezembro do próximo ano e deverá incluir todos os gastos das equipes, com algumas exceções — entre elas os motores (apenas em 2010, ressaltou a entidade), marketing, salários de pilotos e multas e penalidades impostas pela FIA, além de quaisquer itens que não influenciem no desempenho dos times.
Com isso, haverá duas "castas" — para usar uma palavra que está em voga — na F1 a partir de 2010. A primeira terá as escuderias que aderirem ao limite: elas terão maiores liberdades técnicas e o uso de peças não disponíveis às equipes que preferirem operar acima do teto de orçamento. Entre essas peças estão asas dianteiras e traseiras ajustáveis, motor sem limite de giros (neste ano, como comparação, o limite é de 18 mil RPM), além de não haver restrições aos testes durante a temporada e nem ao uso de qualquer escalas de túneis de vento.A outra "casta" será composta pelas equipes que decidirem trabalhar com valores acima dos £ 40 milhões propostos. Para estes, os testes e o uso dos equipamentos discritos acima será limitado e/ou proibido.
O Conselho Mundial confirmou que a Comissão de Custos que será formada para analisar e fiscalizar as despesas terá a participação de um expert em finanças e de uma pessoa com experiência em automobilismo. Junto com um diretor, apontado pela federação, os três serão responsáveis pela comissão.
Além disso, a FIA também confirmou que a F1 terá agora espaço para 26 carros no grid, e não mais 24, a partir do próximo ano. As equipes que pretenderem disputar a temporada de 2010 serão confirmadas no próximo dia 12 de junho. E, para estimular a entrada de novas escuderias, a FIA confirmou que vai oferecer — junto com a FOM — o pagamento de taxas de participação e ainda cobrir alguns gastos.
Cada novo time receberá US $ 10 milhões (R$ 22 mi) por ano, além de transporte grátis de dois chassis e mais dez toneladas de carga para todos os eventos da F1 fora da Europa, além de 20 passagens aéreas de classe econômica. Para isso, os novos times precisam construir seus próprios carros e demonstrar que têm instalações e recursos para competir na categoria de forma efetiva.

3 (três) Exposições simultâneas em São Paulo sobre Senna


01) Exposição "Arte para um Mito" homenageia Ayrton Senna no Conjunto Nacional
Abril 29, 2009Por Bruno César de Godoy
Para homenagear o herói eterno Ayrton Senna e seu instituto, que está comemorando 15 anos de atividade, jovens com deficiência intelectual e de instituições como a Olga Kos, Lamarara, Graac e Apae vão expor seus quadros feitos especialmente para essa mostra. O evento acontece diariamente e permanecerá até 30 de maio, das 10h às 21h no Conjunto Nacional, localizado no número 2073 da Avenida Paulista.
A iniciativa foi do artista plástico Paulo Solaris em parceria com Iacocca Marketing Cultural e o Condomínio Conjunto Nacional. São 50 artistas que fizeram não só pinturas, como também esculturas do memorável piloto. As obras também contemplam os 50 anos do tradicional condomínio da avenida mais famosa de São Paulo, que se destaca pelo incentivo à cultura.
A exposição, que tem curadoria do próprio Paulo Solaris e de Ângelo Iacocca, poderá ser vista gratuitamente pelo público.


Serviço:Exposição - Arte para um MitoLocal: Condomínio Conjunto Nacional - Avenida Paulista, 2073Data: De 27/04 a 30/05Horário: Diariamente, das 10h às 21hEntrada franca


02) Exposição "Vitória"

A exposição “Vitória”, que conta a história do piloto Ayrton Senna da Silva, inclui a exibição de troféus, capacetes, kart, fotos, macacões e até a Lotus amarela (meio verdadeira, meio falsificada mas vale a pena) pilotada pelo brasileiro tricampeão da Fórmula 1. A mostra, em comemoração aos 15 anos da morte do piloto, em 1º de maio de 1994, ano em que foi criado o Instituto Ayrton Senna. A entrada para a exposição, que vai até o dia 15 de maio, na Galeria Prestes Maia, será gratuita.
Os fãs do piloto, além de conferir peças raras do brasileiro, terão acesso à sala Instituto Ayrton Senna e ao espaço do personagem Senninha, onde as crianças poderão assistir ao filme “Para ser um campeão”.

VitóriaLocal: Galeria Prestes Maia, Vale do AnhangabaúAbertura: de 22 de abril, às 19hPeríodo de visitação: até 15 de maio – com entrada francaHorário: das 9h30 às 19h


03) Exposição "Imagens de um Mito"

São Paulo terá mais uma exposição sobre Ayrton SennaOs fãs do piloto Ayrton Senna terão a oportunidade de relembrar o ídolo na Exposição Imagens de um mito, que o Memorial da América Latina realiza, em parceria com o Instituto Ayrton Senna, de 7 de maio a 6 de junho, na Biblioteca Latino-Americana Victor Civita. O evento, em homenagem ao tricampeão mundial de Fórmula 1 e aos 15 anos do Instituto Ayrton Senna, reunirá fotos e objetos que lembram a trajetória do piloto.No espaço, estarão expostos seis capacetes, que representam as oportunidades que Ayrton Senna teve para se tornar um campeão. Um deles é o que o piloto usou em 1988, quando conquistou seu primeiro Campeonato Mundial. O público também poderá apreciar outros capacetes emblemáticos, como o do ano de seu terceiro campeonato (1991), o da sua primeira vitória no GP de Mônaco (1987) e o capacete usado no GP do Brasil, em 1994. Complementam a série, os capacetes utilizados pelo piloto em Donington (1993) e o da sua primeira vitória no GP de Portugal, em 1985. Além disso, os visitantes poderão ver de perto o macacão usado por Senna quando corria pela escuderia MacLaren, fotos e miniaturas de carros pilotados por ele, assistir a vídeos que mostram sua trajetória e a do Instituto Ayrton Senna e conhecer mais do personagem Senninha.


Serviço:Exposição Imagens de um mitoData: 7 de maio a 6 de junhoLocal: Memorial da América Latina - Biblioteca Victor CivitaEndereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 662, Barra FundaHorário: segunda a sexta, das 9h às 18h, sábado, das 9h às 15h. Entrada franca


sexta-feira, 1 de maio de 2009

Senna 15 Anos de saudades!!!!!!

RIO DE JANEIRO (AFP) - Ayrton Senna da Silva acumulou em sua carreira de títulos no automobilismo recordes nas pistas, fama e glória internacionais. Mas o prêmio que ele mais valorizava ainda se mantém vivo depois da trágica morte que o tirou de seus fãs no dia 1º de maio de 1994: o de ser um dos esportistas mais queridos de seus compatriotas.
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Senna ou Ayrton, como todos o chamavam, foi depois do jogador de futebol Pelé o maior ídolo do esporte brasileiro na história. Motivo de orgulho nacional, um fator de renascimento da autoestima do brasileiro.
Os brasileiros recordarão para sempre os três campeonatos mundiais de Fórmula 1 que ele venceu em 1988, 1990 e 1991; as 41 vitórias, as 65 "poles", as seis vitórias dele em Mônaco e a inumerável coleção de manobras impossíveis que tornaram o piloto famoso.
Ayrton era o "Rei da Chuva", por sua habilidade e estilo nas pistas molhadas, o "Rei de Mônaco", porque ninguém venceu mais GPs do que ele em Montecarlo, e o "Rei das pistas", por motivos que para os brasileiros sempre foram óbvios.
O que o público lembra com maior intensidade são as voltas da vitória e a performance do piloto nos pódios, sempre exibindo a bandeira do Brasil numa demonstração de orgulho de ser brasileiro em meio à elite do automobilismo mundial.
Entre 1985 e 1994, seguir pela TV as espetaculares manobras de Senna virou um ritual sagrado, um costume dos brasileiros, que a trágica morte do piloto transformou num vazio. Até agora ele não tem substituto. Possivelmente nunca terá.
Nascido num país que tinha dado ao mundo pilotos como Emerson Fittipali, Wilson Fittipaldi, José Carlos Pace e Nelson Piquet, Senna levou seu talento a ser considerado sem sombra de dúvidas um dos maiores pilotos da Formula 1 de todos os tempos, comparado a heróis como Juan Manuel Fangio ou Jim Clark.
A extraordinária capacidade competitiva de Senna era uma soma de três fatores que raramente aparecem juntos: profundo conhecimento de mecânica e eletrônica, coragem fora do comum para arriscar tudo numa manobra, e tenacidade quase sobrenatural para superar dificuldades.
Os mecânicos que trabalharam com Senna dizem que as observações dele após poucas voltas eram tão precisas como as medições eletrônicas.
Segundo o ex-diretor de sua equipe, Peter Warr, "Senna era capaz de determinar em que ponto do circuito o carro dele gastava um decilitro de gasolina a mais. Nessa época, a Lotus de Senna tinha motor turbo, e esse controle era quase impossível de ser feito. Mas ele o fazia com precisão de relógio suíço".
O ex-piloto John Watson contou que, certa vez, numa volta de classificação, foi cortado por Senna numa curva, e o que viu jamais esquecerá.
"Nunca tinha visto alguém pilotar daquele jeito. Em plena curva, Ayrton estava freando, reduzindo a marcha, girando o volante, acelerando e mantendo a pressão do turbo. Parecia um polvo. Ver essa habilidade cerebral de separar os componentes e juntá-los com essa coordenação foi um privilégio", contou.
Outro mecânico de Senna da escuderia McLaren disse que "Ayrton conseguia falar durante cada volta, narrando o comportamento do motor e a suspensão em cada instante, em cada curva". "E isso sobre uma corrida inteira, volta a volta".
Senna construiu sua glória em duelos inesquecíveis com um dos maiores pilotos da história da categoria, o francês Alain Prost, "O Professor".
Os dois correram na McLaren em 1988 e 1989. Ambos ganharam um campeonato mundial cada, mas ficou claro que a coexistência dos dois numa mesma equipe era impossível.
Prost se transferiu para a Ferrari em 1990 e Senna continuou os outros três anos na McLaren. Os duelos dos dois nas pistas certamente se incluem entre os mais emocionantes da categoria.
Em 94 parecia que Senna seria imbatível, já que assinara um contrato com a escuderia Williams. Mas os carros já não eram os mesmos de duas temporadas anteriores, o então jovem Michael Schumacher, a bordo de um Benetton, era um rival cada vez mais perigoso.
Nas três primeiras corridas de 94, Senna largou na pole position, mas não terminou nenhuma delas.
No dia primeiro de maio desse ano, na sétima volta do Grande Prêmio de San Marino, no circuito de Ímola, o carro de Senna saiu da pista na fatídica curva Tamburello e se chocou contra um muro a mais de 250 quilômetros por hora.
Senna foi atendido na pista e trasladado de urgência para um hospital, mas uma peça da suspensão lhe havia despedaçado parte do crânio. Os esforços para reanimá-lo foram inúteis. O automobilismo mundial perdia assim um campeão como poucos em sua história.
A chegada do corpo de Senna em sua cidade natal, São Paulo, foi emocionante, com mais de três milhões de pessoas acompanhando o cortejo fúnebre, recebido com honras de chefe de Estado.
Um anônimo admirador que aguardava a passagem do cortejo mostrou um cartaz que resumiu a tristeza reinante: "Ayrton morreu. Que faremos agora?".