quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Ferrari volta a ter piloto italiano como titular após hiato de 15 anos


Último piloto italiano a correr pela Ferrari foi Nicola Larini, nos GPs do Pacífico e de San Marino de 1994
Warm Up

FELIPE PARANHOS
de Salvador
Com a desistência de Michael Schumacher por conta de sua contusão no pescoço e admissão de Luca Badoer como titular no GP da Europa, a Ferrari vai reviver uma situação inédita há 15 anos: terá um italiano em um cockpit titular.O último piloto do país a correr pela equipe foi Nicola Larini, nos GPs do Pacífico e de San Marino de 1994, no lugar de Jean Alesi, que se lesionou durante um teste em Mugello e só voltou em Mônaco.
Em Imola, Larini conseguiu um segundo lugar.Dois anos antes, Ivan Capelli fez 14 das 16 corridas da temporada, sendo dispensado após o GP de Portugal, em Estoril. Até sua saída, o xará do blogueiro do Grande Prêmio tinha feito apenas três pontos, contra 13 de Jean Alesi.

Capelli acabou substituído por Larini. Em 1991, as declarações polêmicas de Alain Prost contra a Ferrari motivaram sua demissão antes do final da temporada. Para o GP da Austrália de 1991, prova que restava naquele ano, foi convidado Gianni Morbidelli, que fazia boa temporada pela Minardi. A única prova do nativo de Pesaro por Maranello foi justamente a mais curta da história, encerrada depois de apenas 14 voltas, por conta da chuva.

De volta após nove anos, Badoer pode marcar primeiros pontos na F1


Mark Thompson/Getty Images

Piloto de testes da Ferrari desde 1998, Luca Badoer é o corredor com mais provas disputadas sem marcar pontos na F1
Warm Up


Badoer conversa com Schumi durante teste em 2007: primeira chance na Ferrari
A confirmação de Michael Schumacher de que não vai voltar à F1 como substituto de Felipe Massa devido às dores no pescoço que sofre desde que teve um acidente de moto em fevereiro vai dar a Luca Badoer a chance de quebrar uma marca bastante negativa.
Após quase dez anos longe das pistas — sua última corrida foi o GP do Japão, em 1999 —, o italiano é, até hoje, o piloto com mais provas disputadas sem marcar nenhum ponto, com 48 largadas. Agora, enquanto estiver no lugar do brasileiro, Badoer terá a oportunidade de encerrar o "recorde".A presença de Badoer na pista vai tirar de Rubens Barrichello, por outro lado, uma marca que era exclusiva do brasileiro desde que David Coulthard se aposentou, no final do ano passado: com 38 anos, ele será o piloto mais velho do grid no GP da Europa, em Valência. E, junto com o veterano da Brawn, será o único corredor que participou do Mundial de 1993, o último disputado sem reabastecimento.Badoer teve uma carreira bastante incomum na F1.
Depois de ser campeão da F3000 em 1992, ele estreou na F1 pela Scuderia Italia na temporada seguinte. E, em 93 mesmo, obteve seu melhor resultado na categoria: um sétimo lugar no GP de San Marino, obtido após largar em 24º. A posição, entretanto, não dava pontos na época.Depois do GP de Portugal de 93, Badoer ficou o ano seguinte sem disputar nenhuma prova, atuando apenas como piloto de testes da Minardi. Em 95, pela própria Minardi, ele voltou a correr, e deixou a equipe para atuar em seis etapas na Forti Corse em 1996.
Badoer disputou seu último GP em 1999, pela Minardi

Sem espaço na F1, Luca disputou sete provas no FIA GT em 97, antes de ser contratado pela Ferrari como piloto de testes, papel que tem exercido desde 98. Em 99, ele ganhou sua última oportunidade — até agora — de disputar um Mundial, novamente pela Minardi.
E quase conseguiu marcar seus primeiros pontos na carreira no GP da Europa, quando chegou a andar no quarto lugar. Porém, sofreu uma pane no motor e precisou abandonar a prova, chorando ao deixar seu carro.Desde então, Badoer atuou apenas como piloto de testes da Ferrari, sem nunca ter tido a chance de correr. Na sua carreira, Badoer conseguiu como melhor posição de largada o 12º lugar no GP da Hungria de 1995, e foi sétimo na prova em San Marino em 1993 pela Scuderia Italia.Após quase dez anos longe das pistas — seu último GP foi disputado em Suzuka, em 31 de outubro de 1999 —, Badoer ficará com o segundo lugar em retorno à F1 após mais tempo ausente. Jan Lammers não disputou nenhuma corrida entre os GPs da Holanda de 1982 e do Japão de 1992, em um total de dez anos e três meses sem atuar.

Schumacher anuncia que não vai retornar à F1 e Badoer substitui Massa

Por dores no pescoço, Michael Schumacher cancelou retorno às pistas como substituto de Felipe Massa na Ferrari
Warm Up

Michael Schumacher não vai voltar à F1. Depois de ter seu retorno anunciado como substituto de Felipe Massa na Ferrari no GP da Europa, o alemão confirmou nesta terça-feira (11) que, por conta das dores no pescoço — decorrência do acidente sofrido durante um treino de moto em fevereiro —, não vai participar da prova em Valência, frustrando os planos do seu retorno às pistas. Luca Badoer será o representante do time de Maranello ao lado de Kimi Raikkonen.Schumi fez o anúncio através do seu site oficial, dizendo que as dores que sofreu após o dia de testes com a F2007 em Mugello impedem sua participação na corrida.
"Ontem à tarde, informei ao presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, e o chefe de equipe Stefano Domenicali que, infelizmente, não vou ser capaz de substituir Felipe. Realmente tentei de tudo para fazer este retorno temporário mas, para meu desgosto, não funcionou", disse o heptacampeão."Infelizmente, não conseguimos diminuir as dores que eu senti no pescoço, que aconteceram após o dia de testes privados em Mugello. Fizemos tudo que era possível, tanto na questão médica quanto na terapêutica", continuou Schumi. As dores são resultado do acidente que o piloto teve durante um treino com uma moto da Superbike Alemã em Cartagena, na Espanha, em fevereiro, que o fez abandonar as provas de motociclismo.

"As consequências das lesões causadas pelo acidente de moto, com fraturas na área da cabeça e do pescoço, infelizmente se mostraram ainda muito severas. E, por isso, meu pescoço ainda não consegue aguentar o estresse causado em uma prova de F1. Estes são os resultados claros dos exames que fizemos nas últimas duas semanas, e do teste que eu fiz ontem à tarde. Como não houve nenhuma melhora desde Mugello, decidi fazer um exame detalhado ontem", disse Michael.A impossibilidade de correr é, de acordo com o piloto, "frustrante até os ossos". "Lamento terrivelmente pelo pessoal da Ferrari e por todos os torcedores que cruzaram seus dedos por mim. Só posso repetir que fiz tudo que estava ao meu alcance. Agora, tudo que posso fazer é manter a torcida pelo time nas próximas corridas", finalizou Schumacher.O alemão, com isso, deve cancelar sua participação em uma nova bateria de dois dias testes que aconteceria em Mugello a partir desta terça com a F2007, que estava sendo usada como preparação para o seu retorno às pistas.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Schumacher faz nova série de testes com carro de 2007 em Mugello

Carlo Ferraro/EFE Proibido de testar a F60, Michael Schumacher vai andar por dois dias com a F2007 a partir desta terça-feira (11)
Warm Up

Enquanto os rumores a respeito da sua participação ou não no GP da Europa seguem, Michael Schumacher continua buscando se preparar para a disputa da corrida em Valência. O alemão deve começar nesta terça-feira (11) uma série de dois dias de treinos em Mugello com uma F2007 emprestada por um milionário, através do programa "Clienti" da Ferrari, como fez há cerca de dez dias.
Proibido de testar a F60, carro da Ferrari para a atual temporada, o heptacampeão foi atrás de uma alternativa e pegou emprestado o bólido utilizado pela equipe de Maranello há dois anos. Schumi conseguiu o carro através do programa "F1 Clienti", mantido pela Ferrari, que vende seus bólidos para interessados em manter um autêntico carro de corrida.Ele vai guiar a F2007 por dois dias, utilizando os pneus de GP2 geralmente utilizados nestes monopostos.
E, de acordo com o site da revista "Autosport", o alemão está conduzindo os testes sozinho, pagando pelos empréstimos e contando com o apoio de membros do programa da Ferrari, sem envolver a equipe de F1 da escuderia.A participação de Michael no GP da Europa como substituto de Felipe Massa, entretanto, não está confirmada. O empresário Willi Weber e a porta-voz Sabine Kehm disseram que, por conta do acidente sofrido durante um teste de moto em fevereiro, na Espanha, o alemão precisa passar por exames para saber que está apto fisicamente a correr.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Nelsinho confirma saída da Renault e chama Briatore de "carrasco"



Em longo comunicado, Nelsinho Piquet confirma demissão da Renault, mostra alívio, relata carreira e injustiça na equipe e chama o ex-chefe Flavio Briatore de carrasco
Warm Up

assessoria de Nelsinho Piquet confirmou no fim da manhã desta segunda (3) que o piloto não faz mais parte dos planos da Renault, notícia confirmada pelo Grande Prêmio horas atrás.
De acordo com o extenso comunicado, Nelsinho foi comunicado da intenção da Renault em não o ter como companheiro de Alonso. Desapontado com a decisão, Piquet se mostrou aliviado por tirar uma pressão dos ombros. E por ter de deixar de conviver com o empresário que deveria "apoiar e fornecer oportunidades". "No meu caso, Flavio Briatore foi meu carrasco", definiu.O noticiário da F1
Este é o comunicado, na íntegra:"Recebi uma comunicação da equipe Renault F1 referente a sua decisão de me impedir de continuar sendo um de seus pilotos na atual temporada de F1. Não quero deixar de agradecer àquele pequeno grupo que me deu apoio e trabalhou diretamente comigo na Renault F1, mas, obviamente, fiquei bastante desapontado ao receber esta notícia. No entanto, sinto também uma sensação de alivio por ter chegado o fim do pior período da minha carreira. Poderei, agora, recomeçar o desafio de colocar minha carreira de volta no caminho certo, e recuperar a minha reputação de piloto rápido e vencedor. Eu sempre soube trabalhar em equipe e existem dezenas de pessoas com quem trabalhei em minha carreira e que podem atestar meu caráter e talento, exceto, infelizmente, a pessoa que teve mais influência sobre a minha carreira na F1.""Comecei a correr com oito anos de idade e quebrei recordes atrás de recordes. Ganhei todos os campeonatos de kart em que competi. Fui campeão da F3 Sul-Americana, ganhando 14 corridas e conquistando 17 pole-positions. Em 2003 fui para a Inglaterra com a minha própria equipe, para competir no campeonato britânico de F3. Lá também conquistei o título, vencendo 12 corridas, conquistando 13 pole positions e terminando o ano como o mais jovem campeão na história daquela categoria. Competi na GP2 em 2005 e 2006, vencendo cinco corridas e conquistando seis poles. Fiz uma ótima temporada no meu segundo ano, perdendo o campeonato para o Lewis Hamilton, devido a erros técnicos da nossa equipe, que considero também meus, incluindo uma pane seca durante uma etapa. Eu estabeleci um recorde na GP2 sendo o primeiro piloto a ter um fim de semana perfeito, conseguindo o máximo de pontos possíveis na Hungria em 2006. Nenhum outro piloto havia conseguido tal coisa até junho de 2009, quando Nico Hulkenberg repetiu o feito em Nurburgring.""O caminho para a F1 sempre foi complicado, e meu pai e eu, por isso, assinamos um contrato de management com o Flavio Briatore. Acreditávamos que seria uma excelente opção, pois ele possuía todos os contatos e as técnicas de negociação necessárias. Infelizmente, foi aí que o período negro da minha carreira começou. Passei um ano como piloto de testes, mas com poucos treinos. No ano seguinte iniciei como piloto oficial da Renault F1.
Após a abertura da temporada, algumas situações estranhas começaram a acontecer. Como um novato na F1, eu esperava de minha equipe muito apoio e preparação para me ajudar a alcançar nossos objetivos. Em vez disso, eu era apenas tido como 'aquele que pilotava o outro carro', sem atenção nenhuma. Para piorar, em inúmeras ocasiões, quinze minutos antes da classificação e das corridas, o meu manager e chefe de equipe me ameaçava, dizendo que se eu não conseguisse um bom resultado, ele já tinha outro piloto pronto para colocar no meu lugar. Eu nunca precisei de ameaças para obter resultados. Em 2008 eu conquistei 19 pontos e terminei no pódio uma vez em segundo lugar, fazendo a melhor temporada de estréia de um brasileiro na F1."
"Para a temporada 2009, Flavio Briatore, atuando novamente na função de meu manager e também de chefe de equipe da Renault F1, me prometeu que tudo seria diferente, que eu teria a atenção que merecia mas nunca havia recebido, e que teria pelo menos 'igualdade de condições' dentro da equipe. Ele me fez assinar um contrato baseado em desempenho, exigindo que eu obtivesse 40% dos pontos de Fernando Alonso até a metade da temporada. Mesmo sendo companheiro de equipe de Fernando, bicampeão mundial e realmente um excelente piloto, eu estava confiante de que, se eu tivesse as mesmas condições, alcançaria facilmente os 40% dos pontos exigidos pelo contrato. Infelizmente, as promessas não se transformaram em realidade novamente. Com o carro novo eu completei 2002 km de testes, contra os 3.839 km de Fernando. Apenas três dos meus dias de teste foram com pista seca e bom tempo, apenas um dos testes do Fernando foi em pista molhada. Eu testava sempre com o carro pesado, pneus duros, principalmente no primeiro dia (quando a pista é lenta ou a confiabilidade pequena), ou então com o tempo ruim. Fernando testava um carro leve, pneus moles, pista seca e em boas condições. Eu nunca tive a chance de estar preparado para classificar no sistema que utilizamos. Na F1 de hoje, a diferença entre o primeiro e 15º é, muitas vezes, menos de um segundo.
Isso significa que 0s2 ou 0s3 pode fazer você ganhar oito posições. Além disso, devido proibição de testes durante o campeonato, o desenvolvimento do carro hoje acontece de corrida a corrida. Das oito [na verdade, foram dez no total] corridas que eu fiz este ano, em quatro delas o Fernando teve um upgrade significativo no carro, e eu não. Eu fui informado pelos engenheiros da Renault que, nessas corridas eu tive um carro que estava entre 0s5 e 0s8 por volta mais lento do que o do meu companheiro. Se olharmos para a prova da Alemanha (onde eu classifiquei na frente do meu companheiro de equipe apesar de tudo isso), caso eu tivesse a citada vantagem na classificação eu teria sido quinto e não décimo. Se tivéssemos essa diferença a nosso favor na corrida, eu teria terminado frente do meu companheiro, o que fiz em Silverstone, apesar de ele ter podido contar com as atualizações que eu não tinha.

"Acredito plenamente, no meu talento e no meu desempenho. Não consegui chegar até aqui obtendo maus resultados. Quem conhece a minha história sabe que os resultados que estou tendo na F1, não correspondem ao meu currículo e minha habilidade. As condições que tive de enfrentar durante os últimos dois anos têm sido no mínimo anormais, existindo alguns incidentes que mal posso acreditar que me ocorreram. Se eu agora preciso dar explicações, estou certo de que é por causa da situação injusta que tenho vivido nos últimos dois anos. Eu sempre acreditei que ter um manager seria fazer parte de uma equipe e que teria nele um parceiro. Um manager deve encorajar, apoiar e fornecer oportunidades. No meu caso foi o contrário, Flavio Briatore foi o meu carrasco."

"Estar sob pressão não é novidade para mim. Devido ao meu nome, recebi muitas críticas ao longo da minha carreira e tive também altas expectativas criadas a meu respeito. Até agora eu sempre atingi tais expectativas — e muitas vezes fui além delas. Nunca antes senti a necessidade de me defender ou de responder a boatos e críticas. Eu sabia a verdade e só pensava em me concentrar na corrida. Eu nunca deixei que essas coisas me afetassem. Felizmente, eu agora posso dizer àquelas pessoas que me apoiaram durante a minha carreira que ela está voltando à direção certa e eu já estou considerando as opções para recomeçar a minha carreira na F1 de uma forma justa e muito positiva."

Massa desembarca em São Paulo e segue de helicóptero para hospital



Felipe Massa já está no Brasil. O piloto da Ferrari desembarcou no fim da tarde, por volta das 17h40 desta segunda-feira (3), em São Paulo. Massa recebeu alta do hospital AEK em Budapeste, onde estava internado desde o grave acidente durante o treino classificatório para a etapa húngara. O corredor deixou a Hungria na manhã de hoje, por volta das 8h30 (hora local).Após o desembarque no aeroporto de Cumbica, Felipe foi levado de helicóptero para o hospital Albert Einstein, na zona sul da capital paulista, onde vai continuar os procedimentos de recuperação do acidente. O paulista apresentou a região do olho esquerdo bastante inchada e pontos à mostra."Depois eu falo, agora o que eu preciso é me recuperar", disse o competidor antes de subir para o quarto. Inicialmente, Massa passará a noite no hospital e fará exames somente nesta terça.

O piloto deve ser submetido a uma bateria de exames de rotina, como aconselhou o médico que o acompanhou na Hungria. É aguardado também, para o início da noite, um boletim médico, com informações mais detalhadas sobre o estado de saúde do ferrarista.Massa foi atingido na cabeça por uma mola que se soltou do carro de Rubens Barrichello durante a segunda fase do treino oficial para o GP da Hungria. Felipe ficou internado por nove dias no hospital húngaro, onde passou ainda por uma cirurgia para a retirada de fragmentos ósseos da testa. O brasileiro também foi mantido em coma induzido por 48 horas após a batida. Por causa da recuperação, Michael Schumacher vai substituir o brasileiro no GP da Europa, em 23 de agosto.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Schumacher faz bateria de testes em Mugello com Ferrari de 2007




Michael Schumacher - onbord - Ferrari F2007


Sem poder andar com F60, modelo da atual temporada, Michael Schumacher vai testar F2007 no circuito italiano


Warm Up



A Ferrari encontrou uma maneira de fazer com que Michael Schumacher aproveite o período de três semanas até o GP da Europa para se reabituar a um carro de F1. Proibida de utilizar a F60 e a F2008, modelos da escuderia nas últimas duas temporadas, os italianos disponibilizaram ao heptacampeão a F2007, carro de 2007, para que ele recorde das reações de um F1 antes da prova em Valência.Schumi confirmou nesta sexta-feira (31) que pretende ficar na pista de Mugello, onde ocorrem os testes, o máximo de tempo possível. "Apesar de eu não poder correr com o carro deste ano ou o de 2008, quero guiar tanto quanto puder, e esta é uma boa opção", declarou o ex-ex-piloto ao seu site pessoal.


O alemão viajou na quinta para Maranello para treinar com o simulador da Ferrari, além de tirar as medidas para fazer o banco para o seu cockpit. "Também vou obviamente aproveitar este tempo para receber dicas e conselhos dos engenheiros sobre como devemos progredir."A sua porta-voz, Sabine Kehm, ressaltou a vontade de Schumacher de fazer um bom trabalho. "Michael vai tentar pilotar o máximo que puder para se familiarizar novamente com os desafios de um carro de F1", disse a representante.